
24 de outubro - sábado - 22 horas
Gary Bartz – saxofone alto, soprano e clarinete
Barney McAll – piano
James King – contrabaixo
Greg Bandy – bateria
o longo da sua prolífica carreira, Gary Bartz alcançou feitos assinaláveis: gravou mais de quarenta discos a solo, cerca de duzentos enquanto artista convidado e foi premiado com um Grammy, em 2005, pela participação no disco de McCoy Tyner, Illuminations. Soma já quase 60 anos enquanto músico profissional.
Com pouco mais de 20 anos de idade, começou a tocar com Max Roach e Abbey Lincoln, afirmando-se rapidamente como um dos saxofonistas soprano mais entusiasmantes desde Cannonball Adderley.
Gary Bartz percorreu os caminhos do post-bop, do jazz-funk e do free jazz, sempre num registo emotivo muito característico que o coloca na galeria dos grandes
Foi também muito cedo que se juntou aos Jazz Messengers de Art Blakey, depois de ter impressionado toda a gente quando participou num concerto que o grupo de Blakey deu no clube de jazz do pai de Bartz, o North End Lounge, em Baltimore.
Pouco depois, em 1965, estreava-se nos discos em Soulfinger, de Art Blakey. No início da década de 1970, trabalhou com Miles Davis, iniciando assim as incursões pela música elétrica.
Depois, trilhou uma carreira que já o fez percorrer os caminhos do post-bop, do jazz-funk e do free jazz, sempre num registo emotivo muito característico que o coloca na galeria dos grandes.
Informações sobre o espetáculo:
M/ 6 anos
Ingresso: 10 euros
Assinatura (5 dias): 40 euros
25 % de desconto para jovens até 25 anos, reformados e trabalhadores das autarquias do Seixal
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Sessão de autógrafos no final do espetáculo.
